Escola de Plásticos e Borracha - Online

Invista em Conhecimento e Domine à Tecnologia das Borrachas e dos Plásticos

Os cursos de números: 18, 19, 20, 23, 24

o Investimento é de 930 reais e o curso de número 12 é 830 reais.

As cargas horárias de aula varia de 12 à 21 hs

*Os demais cursos possuem o valor de R$

730,00 e carga horária variável entre 9 e 12 horas-aulas.



Opinião do Consumidor sobre os Cursos de Borracha e Plásticos

Os programas de capacitação

voltados ao setores de Borracha e Plásticos — com destaque para a atuação

especializada da Escola de Plásticos e Borracha — são amplamente reconhecidos

por engenheiros, químicos e profissionais de chão de fábrica pelo alto impacto

no desenvolvimento de carreiras e na evolução técnica das equipes.

Cursos Operacionais - Chão de Fábrica

Título dos Cursos e Investimento

01 - Fabricação de Compostos de Borracha R$730

02- Revestimento de Cilindros em Borracha R$730

03- Fabricação de Vedações de Borracha R$730

04 -Prensagem de Borrachas: Conceito e Aplicação no Chão de Fábrica R$730

05- Boas Práticas de Conservação, Preparo do Composto e Execução da Emenda de Correias Transportadoras R$730

06- Moldes e Moldagem por compressão de Borracha R$730

07- Fabricação de Correias Transportadoras: Materiais, Processos e Equipamentos R$730

08- Fabricação de Correias Transportadoras: Materiais, Processos e Equipamentos R$730

09- Extrusão de Borrachas: Conceito e Aplicação no Chão de Fábrica R$730

10- Introdução à Tecnologia da Borracha R$730

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Nº 01 Fabricação de Compostos de Borracha

Investimento: R$ 730


Objetivo:

Capacitação dos profissionais que atuam no processo de fabricação de compostos, abrangendo os setores de pesagem, mistura, cilindro aberto, Banbury, curvas reométricas e os parâmetros de qualidade dos compostos.

1. Introdução

  • Qualificação da mão de obra;
  • Investimentos;
  • Padronização das operações de mistura e controles.

2. Fluxograma das Etapas Principais na Produção de Artefatos de Borracha

Importância do Setor de Mistura na produção e na qualidade dos produtos produzidos.

3. Processamento da Borracha Natural e Sintética em Misturadores Abertos e Fechados

  • Variáveis que afetam a viscosidade do composto;
  • Medidas de Viscosidades Mooney;
  • Processamento em Misturador Aberto e Fechado.

4. Mastigação Incorreta

Influência da mastigação incorreta nos compostos durante os processos de moldagem.

5. Construção de Cilindros

  • Variáveis em relação à construção de cilindros e sua influência sobre a viscosidade da massa.

6. Massa Incorporada

  • Influência da quantidade de massa incorporada no cilindro sobre a viscosidade do composto

7. Banbury

  • Partes que compõem o Banbury;
  • Funcionalidade;
  • Técnicas de mistura no Banbury;
  • Fatores que afetam o rendimento e a qualidade da mistura no Banbury;
  • Cálculo da carga ótima do Banbury;
  • Métodos para controle do ciclo de mistura;
  • Exemplo de ciclo de mistura em Banbury;
  • Vantagens e desvantagens na aceleração em Banbury.

8. Manutenção do Banbury

  • Fatores que contribuem para o desgaste excessivo do equipamento.

9. Funções das Matérias-Primas

  • Papel das matérias-primas químicas e físicas na formulação de compostos.

10. Alterações em Matérias-Primas

Consequências das alterações do tipo e quantidade de matérias-primas sobre a viscosidade dos compostos e nas condições de moldagem:

  • Elastômeros;
  • Plastificantes (óleos);
  • Negro de fumo;
  • Sílicas e caulins;
  • Óxido de zinco;
  • Ácido esteárico (estearina);
  • Lubrificantes;
  • Enxofre e doadores de enxofre;
  • Óxido de cálcio.

11. Controle de Qualidade das Misturas de Compostos

  • Funcionalidade do reômetro;
  • Avaliação de curvas reométricas;
  • Problemas e soluções na fabricação de compostos;
  • Pesagens incorretas (problemas e solução

Nº 02 Revestimento de Cilindros em Borracha

Investimento: R$ 730

Objetivo:

Capacitação dos profissionais que atuam processo de fabricação de cilindros revestidos de borracha, abragem os setores de desenvolvimento do composto, mistura,curvas reométricas, enrolomentos, altoclave e C.Q.

1 . Introdução.

2. Evolução na Fabricação de Revestimento de Cilindros de Borracha;

3. Fluxograma das Etapas de Fabricação de Cilindro de Revestimento;

4. Borrachas Comuns para Uso em Revestimento de Cilindros;

5. Borrachas Especiais para Usos em Revestimento de Cilindros;

6. Aditivos e Suas Funções:

• Agentes de Vulcanização;

• Aceleradores;

• Ativadores;

• Antioxidantes;

• Cargas Reforçadoras Brancas;

• Negro de Fumo;

• Óleos (plastificantes);

• Resistência Química e Aplicação;

7. Consequências das Alterações do Tipo e Quantidade de Aditivos sobre a Viscosidade, Moldagem e Propriedades Físicas;

8. Fabricação de Compostos de Borracha, Curva Reométrica e Determinação da Viscosidade Mooney;

9. Desenvolvimento de Composto para Revestimento de Cilindro;

10. Ensaios Físicos e Químicos;

11. Sistemas de Classificação de Materiais Elastoméricos ASTM D2000;

12. Seleção das Matérias-primas, Propriedades Físicas e Formulações;

13. Formulações Básicas para Várias

Aplicações:

• Cilindro para Alta Resistência à Abrasão;

• Cilindro para Impressão;

• Cilindro Têxtil para Altas Temperaturas;

• Cilindro para o Processamento de Materiais Aquecidos;

• Cilindro Altamente Resistente a Solventes e a Óleos;

14. Preparação do Núcleo e Aditivos de Ligação Metal-Borracha;

15. Processo de Revestimento de Cilindros de Borracha;

16. Enfaixe;

17. Vulcanização em Autoclave;

18. Problemas e Soluções no Revestimento de Cilindros.





Nº 03 Fabricação de Vedações de Borracha

Investimento: R$ 730

Objetivo:

Capacitação de Profissionais que atuam no desenvolvimento de vedações, misturas, controle de compostos e ensaios de laboratório, processo de fabricação de vedações técnicas.


1. Evolução na Fabricação de Vedações de Borracha

2. Introdução a Fabricação de de Borracha

3. Borrachas Comum para Usos em Vedações e Suas Propriedade

  • Borracha Natural
  • Borracha SBR
  • Borracha BR
  • Borracha EPDM

4. Borrachas Especiais para Usos em Vedações e Suas Propriedades Físicas e Químicas

  • Borracha Nitrílica (NBR)
  • Borracha Nitrílica Hidrogenada (HNBR)
  • Borracha Cloropreno (CR)
  • Borracha Fluorada (FKM)
  • Siliconas (Silicone)

5. Aplicações

  • Resistencia à temperatura de Serviço
  • Designação ASTM D 2000 ou SAE J 200
  • Aplicação - uso recomendado e especificação
  • Contração

6. Aditivos e Suas Funções

  • Agentes de Vulcanização
  • Aceleradores
  • Antioxidantes
  • Modificadores de Fluxo
  • Cargas Minerais
  • Negro de Fumo
  • Plastificantes e suas propriedade

7. Fabricação de Compostos de Borracha

  • Aceleração de Massa
  • Manuseio e Armazenamento de Compostos Acelerados

8. Desenvolvimento de Composto para Vedações

  • Ensaios Físicos e Químicos
  • Resistência a Solventes e Óleos
  • Curvas Reométrica
  • Medida de Viscosidade Money

9. Sistemas de Classificação de Materiais Elastoméricos

  • Norma ASTM 2000

10. Características das Vedações e de Moldagem

  • Moldes para moldagem convencional por compressão
  • Moldes para moldagem por transferência
  • Moldes para moldagem por injeção

11. Construção de Molde

12. Definição do Processo de Moldagem

  • Compressão, Transferência e Injeção
  • Seleção do Tipo de Moldagem

13. Processos de Moldagem

  • Pré-moldados
  • Carregamentos
  • Moldagem
  • Desmoldantes

14. Plano de Fabricação e Controle de Moldagem

  • Set-Up
  • Ferramentas de Trabalho
  • Parâmetros de Processo
  • Inspeção do Produto

15. Ferramentaria – Processos de Limpeza de Moldes

  • Papel do Operador detectar anormalidades no molde
  • Manutenção de Moldes
  • Set-Up de Moldes e Armazenamento de Moldes

16. Problemas e Soluções Moldagem de Peças




N° 04 Prensagem de Borrachas: Conceito e Aplicação no Chão de Fábrica

Investimento :R$ 730

Objetivo

A capacitação em operar prensas de borracha de modo em controlar as variáveis de processo, temperatura e o tempo gerem peças perfeitas, mantendo a produtividade alta e a segurança em primeiro lugar.

1. Introdução Principais

Etapas na Produção de Artefatos de Borracha

•        Elastômero Natural (NR)

•        Elastômero SBR

•        Elastômero EPDM

•        Elastômero Neoprene

•        Elastômeros de (Nitrílica)

•        Elastômeros de Silicone

•        Viton

2. Projeto de Moldes

•        Dimensões de Peças

•        Tolerâncias dimensional

3. Tipo de Moldes Segundo

Processo Construtivo

4. Tipo de Moldes Segundo o

Número de Placa

5. Operacionalidade de moldes

nas prensas

6. Ferramentaria – Processos

de Limpeza

7. Papel do Operador detectar

anormalidades nos moldes Inspeções

8. Tipos de Prensas e Sua

Funcionalidade

•        Características técnicas de prensas

•        Funcionalidade de uma Prensa

•        Pressão de moldagem

•        Controle dos processos de moldagens em prensa

9. Plano de Fabricação

•        Setup

•        Sequencial Fabricação do Compostos e do Pré-moldado

•        Molde Pressão de Moldagem

•        Componentes e auxiliares

•        Ferramentas de Trabalho e Mesa de trabalho

10. Processo de moldagem

•        Carregamentos do molde

•        Formas alternativas de pré-formação

•        Purgas também chamado desgaseificação número e duração

•        Agentes de desmoldagem

11. Construção de Moldes

12. Definição do Processo de

Moldagem

•        Compressão, Transferência e Injeção

•        Seleção do Tipo de Moldagem

13. Processos de Moldagem

•        Conformação em Pré-formado-Barwell

•        Formas alternativas de pré-formado

•        Uso de desmoldantes

•        Moldagem

•        Extração

14. Borrachas, Características

de Moldagem

15. Fabricação do Composto

16. Controle de Qualidade do

Composto

17. Problemas e Soluções

Moldagem por Compostos

N° 05. Boas Práticas de Conservação, Preparo do Composto e Execução da Emenda

Investimento: R$ 730

Objetivo:

Capacitação em realizar emendas de Correias transportadoras com qualidade.

1.Classificação das Correias Transportadoras.

          -Tipo de Correias

          - Tipo de Aplicação

          - Quanto à Forma que Opera

          - Tipo de Borracha de Revestimento

           - Tipos de Materiais de Reforço

          - Características dos Materiais de Reforço quanto as propriedades físicas.

 2. Fabricação de Correias Transportadoras Borrachas (componentes)

 Revestimentos; Ligação; Acolchoamento; Orlas; Nervuras, travessas ou bordos de

          contenção.

 3.Processo de Calandragem

           - Calandragem de Borracha para Revestimento de Correias

           - Linha de Calandragem de Telas

           - Processo de Construção

           - Construção da Carcaça para Correia Transportadora

           - Construção da Correia

4. Ensaio de Correias Transportadoras


            - Ensaios das características dimensionais

            - Ensaios de características físicas, químicas e desgaste em serviço.

            - Ensaios de características funcionais.

5.Vulcanização,  desenvolvimento de uma Composição (formulação)

6. Ensaios no Material Vulcanizado

7. Problemas e Soluções Moldagem de Correias Transportadoras 


Nº 06 Moldes e Moldagem por Compressão de Borracha

Investimento: R$ 730

Objetivo:

Capacitação em fabricação de moldes para borracha, relacionar as caracteristicas da borracha com o projeto do molde de modo a manter a qualidade e a produtividades dos procesos.

1. Introdução

  •  Aspectos Técnicos
  • Econômicos

2. Borrachas, Aplicações e Características de Moldagem

3. Projeto de Moldes

  • Dimensões de Peças
  • Tolerâncias dimensionais

4.Tipo de Moldes Segundo Processo Construtivo

5.Tipo de Moldes Segundo o Número de Placas

6.Operacionalidade de moldes nas prensas

7 Ferramentaria – Processos de Limpeza de Moldes

8. Papel do Operador detectar anormalidades no molde

  • Inspeções e operações de manutenção
  • Set-up de Moldes e Armazenamento de Moldes

9. Tipos de moldes

  • Prensas e Sua Funcionalidade
  • Características técnicas de prensas de vulcanização
  • Funcionalidade de uma Prensa
  • Força de fechamento
  • Pressão de moldagem
  • Aparelhagem de controle dos processos de moldagens em prensas

10. Plano de Fabricação e Controle das moldagens

  • Set-up sequencial
  • Fabricação do Compostos e do Pré-moldado
  • Molde
  • Pressão de Moldagem
  • Componentes e auxiliares
  • Ferramentas de Trabalho e Mesa de trabalho

 

11. Processo de moldagem

  •  Pré-Formados
  •  Formas alternativas de pré-formação
  •  Agentes de desmoldagem
  •  Carregamento
  •  Purgas também chamado desgaseificação número e duração
  •  Moldagem
  •  Extração

12. Construção de Moldes

13. Definição do Processo de Moldagem

  • Compressão, Transferência e Injeção;
  • ü Seleção do Tipo de Moldagem

14 .Borrachas, Aplicações e Características de Moldagem

  • Elastômero SBR
  • Elastômero EPDM
  • Elastômero Neoprene
  • Elastômeros de NBR (Nitrilica)
  • Elastômeros de Silicone
  • Viton

15. Fabricação do Composto

16. Controle de Qualidade

17. Conformação em Pré-formado-Barwell

18. Problemas e Soluções Moldagem de Peças por Compressão

Nº 07 Fabricação de Correias Transportadoras: Materiais, Processos e Equipamentos

Investimento: R$ 730

Objetivo:

Capacitação em fabricação de correias transportadoras, focando o desenvolvimento, produção e a qualidade.

1. Introdução e Visão Geral dos Artefatos de Borracha

  • Fluxograma das etapas principais de produção

2. Elastômeros e Aplicações no Mundo Real

  • Borracha Natural, SBR, Neoprene, NBR (Nitrílica) e Silicone: características e restrições de moldagem

3. Processamento e Reologia dos Compostos

  • Misturador aberto (cilindro) vs. Banbury
  • Variáveis que afetam a viscosidade e medidas de viscosidade Mooney
  • O impacto de uma mastigação incorreta nos processos de laminação e prensagem

4. Aditivos e Suas Funções na Formulação

  • Papel técnico dos plastificantes (óleos), negro de fumo, sílicas, caulins, óxido de zinco, ácido esteárico, lubrificantes, aceleradores, enxofre/doadores e óxido
  • de cálcio
  • Influência da massa incorporada no cilindro sobre a viscosidade do composto5. Ensaios de Controle de Qualidade das Misturas
  • Curvas reométricas e interpretação das características das misturas

6. Engenharia e Classificação de Correias Transportadoras

  • Constituição, tipos de correias, aplicações, formas de operação, borrachas de revestimento e materiais de reforço (propriedades físicas)

7. Processo de Fabricação de Componentes

  • Revestimentos, ligação, acolchoamento, orlas, nervuras, travessas e bordos de contenção

8. Calandragem e Montagem

  • Calandragem de revestimento e telas, construção da carcaça e montagem da correia

9. Controle de Qualidade, Ensaios e Vulcanização

  • Ensaios dimensionais, físicos, químicos e de desempenho em serviço (no material vulcanizado e na correia pronta)
  • Desenvolvimento de composições e formulações de cura

10. Troubleshooting (Problemas e Soluções na Moldagem)

  • Diagnóstico e correção de falhas comuns na fabricação de correias transportadora

N° 8 Tecnologia na Fabricação de Mangueiras Industriais e Automotivas

Investimento:R$ 730

Objetivo

1. Introdução

2. Fluxograma das Etapas Principais na Produção de Artefatos de Borracha

3. Borracha Natural e Suas Propriedades

4. Processamento da Borracha Natural na Indústria e Determinação da Viscosidade Mooney

5. Borrachas Sintéticas, Propriedades e Aplicações

  • Elastômero SBR
  • EPDM
  • Neoprene
  • NBR (Nitrílica)
  • Silicone

6. Aditivos e Suas Funções

  • Elastômeros
  • Plastificantes (óleos)
  • Negro de fumo
  • Sílicas
  • Caulins
  • Antioxidantes
  • Óxido de zinco
  • Ácido esteárico (estearina)
  • Lubrificantes
  • Aceleradores
  • Enxofre e doadores de enxofre
  • Óxido de cálcio

7. Matérias-Primas e as Alterações nos Processos de Moldagem e na Qualidade

8. Fabricação de Compostos e Manuseio

  • Equipamento Banbury – Misturador fechado
  • Equipamento – Misturador aberto
  • Resfriamento e armazenamento de compostos

9. Ensaios de Controle de Qualidade das Misturas

  • Curvas reométricas
  • Medidas de viscosidade Mooney
  • Características das misturas através das curvas reométricas

10. Vulcanização

11. Ensaios no Material Vulcanizado

12. Extrusoras de Borracha

  • Descrição do equipamento
  • Extrusora de alimentação a quente
  • Extrusora de alimentação a frio
  • Extrusora com zona de desgaseificação
  • Seleção relativa ao tipo do elastômero, diâmetro da rosca e a relação L/D
  • Atualização tecnológica das extrusoras

13. Extrusão de EPDM

  • Viscosidade do EPDM
  • Composições de EPDM

14. Fabricação de Mangueiras

  • Principais processos de fabricação de mangueiras
  • Constituição de uma mangueira
  • Características das mangueiras
  • Classificação das mangueiras de acordo com a pressão de serviço

15. O Processo de Fabricação de Mangueiras para Radiadores Auto (Shaped Hoses)

16. Vulcanização em Autoclave


Nº09 Extrusão de Borrachas: Conceitos e Aplicação no Chão de Fabrica


Investimento: R$ 730

Objetivo:

Capacitação em operar extrusoras de borracha de modo em controlar as varíaveis de processo, e o tempo, temperatura que gerem peças perfeitas, mantendo a produtividade alta e a segurança em primeiro lugar.

1. Introdução

2. Principais Etapas na Produção de Artefatos de Borracha

3. Borrachas, Aplicações, Características das Misturas e de Moldagem

  • Borracha natural
  • Elastômero SBR
  • Elastômero EPDM
  • Elastômero Neoprene
  • Elastômeros de NBR (nitrílica)
  • Elastômeros de silicone / Viton

4. Matérias-Primas, Compostos e suas Influências na Extrusão

  • Elastômeros
  • Plastificantes (óleos)
  • Negro de fumo
  • Sílicas e caulins
  • Óxido de zinco
  • Ácido esteárico
  • Lubrificantes
  • Aceleradores
  • Enxofre e doadores de enxofre
  • Óxido de cálcio

5. Fabricação de Compostos e Manuseio

6. Resfriamento e Armazenamento de Compostos

7. Ensaios de Controle de Qualidade das Misturas e Curvas Reométricas

  • Medidas de viscosidade Mooney
  • Características das misturas através das curvas reométricas

8. Extrusoras

  • Descrição do equipamento
  • Cabeçotes de extrusão
  • Características técnicas
  • Extrusora de alimentação a quente
  • Extrusora de alimentação a frio
  • Extrusora com zona de desgaseificação
  • Vulcanização contínua

9. As Principais Características Definidoras de uma Extrusora

  • Extrusoras de alimentação a frio, sem e com desgaseificação
  • Extrusoras de alimentação a quente
  • Seleção relativa ao tipo do elastômero, diâmetro da rosca e a relação L/D

10. Atualização Tecnológica das Extrusoras

  • Vulcanização contínua em túnel de ar quente
  • Aquecimento do ar e aquecimento por óleo térmico
  • Micro-ondas (UHF)

11. Preparação de Máquina Extrusora

  • Ficha técnica de extrusão
  • Redução do tempo do set-up

12. Set-Up

  • Set-up interno / Set-up externo

13. Perfis de Temperatura Utilizados na Extrusão de Alguns Tipos de Borrachas

14. Matrizes (Fieiras)

15. Extrusão de Compostos de EPDM

  • Inchamento do extrudado
  • Fratura do fundido e rugosidade
  • Variabilidade dos compostos e estabilidade
  • Dimensional
  • Pré-vulcanização
  • Aspecto superficial rugoso
  • Porosidade no extrudado (aplicável a extrusoras com zona de desgaseificaçã



N° 10 Introdução à Tecnologia da Borracha


Investimento: R$ 730


Objetivo

O Curso de Introdução à Tecnologia da Borracha é uma capacitação técnica essencial para quem deseja compreender a transformação dos elastômeros, desde a matéria-prima até o produto final vulcanizado.


1. Introdução Fluxograma das Etapas Principais na Produção de Artefato Borracha

2. Borracha Natural

3. Processamento da Borracha Natural na Indústria

4. Principais variáveis que afetam a viscosidade da Borracha Natural

5. Mastigação Incorreta e a sua influência nos compostos durante os processos de moldagem por Prensagem, Extrusão e Injeção

6. Mastigação da Borracha em cilindro e em Banbury

. Determinação da Viscosidade Mooney

7. Borrachas Natural e Suas Propriedades8. Obtenção de Borrachas Sintéticas - (Comum)

. SBR,

. EPDM,

. BR,

. NBR

. Características de processamento propriedades físicas e aplicações.

9. Obtenção de Borrachas Sintéticas - Especiais

. Butílica IIR ,

. Neoprene (CR) ,

. FKM (Viton) ,

. HNBR,

. Silicone.

. Obtenção de Borrachas Sintéticas

. Características de processamento, propriedades físicas e aplicações.

10. Aditivos

. obtenção,

. características físicas- químicas,

. função na formulação e suas influências nas propriedades do vulcanizado.

. Plastificantes (Óleos);

. Negro de Fumo;

. Sílicas; Caulins;

. Antioxidantes

. Óxido de Zinco;

. Ácido Esteárico (Estearina);

. Lubrificantes;

. Aceleradores

. Enxofre e Doadores de Enxofre;

. Óxido de Cálcio.

11. Consequências das alterações do tipo e quantidade de aditivos sobre a viscosidade e condições de moldagem dos compostos

12. Fluxograma das Etapas de Fabricação de Compostos: Mistura, Aceleração Resfriamento Armazenamento Manuseio

13. Fabricação de Compostos

. Pesagens e Misturas

. Equipamento Banbury – Misturador fechado

. Equipamento – Misturador Aberto

14. Vulcanização15. Ensaios de Controle de Qualidade das Misturas

. Curvas Reometricas

. Medidas de Viscosidade Mooney

. Características das Misturas através das Curvas reometricas.

16. Vulcanização17. Ensaios no Material Vulcanizado

. Resistência à tração a Ruptura

. Alongamento a Ruptura

. Modulo de Elasticidade

. Resistência à Abrasão

. Resistência ao Rasgo, e ao Ozônio

. Resistência a Flexão,

. Deformação Permanente por Compressão Dureza



Aplicabilidade Imediata no Chão de Fábrica

O grande diferencial apontado por

quem participa é a tradução direta do conhecimento para a rotina industrial,

permitindo otimizar processos de mistura, ajustar parâmetros de máquinas e resolver gargalos de formulação logo após as aulas.


Em resumo


Investir nessa capacitação significa busca uma atualização técnica sólida que impulsiona a performance individual, valoriza o currículo e traz ganhos imediatos e expressivos para a eficiência produtiva das empresas.

Nossa Missão & Benefícios para a Sua Empresa


Operacionais e Técnicos


Nº 11 Desenvolvimento de Produtos em Borracha: Compostos, Moldes e Prensagem


Investimento: R$730


Objetivo:


O curso proporciona o conhecimento de fabricação de compostos , projeto da ferramenta adequada considerando os tipos de moldes e sua manutenção, parametrização do processo de prensagem por compressão ajustando tempo, temperatura e pressão, e garantia da qualidade final do produto eliminando defeitos e atendendo às normas de gestão.

1. Introdução Principais Etapas na Produção de Artefatos de Borracha;

2. Fabricação e Controle de Compostos de Borracha;

3. Borrachas, Aplicações e Características de Moldagem;

. SBR

. BR

. EPDM

. Neoprene

. Natural

. NBR (Nitrílica)

. Silicone

. FKM (Viton)

4. Projeto de Moldes;

5. Tipo de Moldes Segundo Processo Construtivo;

6. Tipo de Moldes Segundo o Número de Placas;

7. Fabricação de Molde;

8. Definição do Processo:

. Moldagem Compressão, Transferência e Injeção;

. Seleção do Tipo de Moldagem

. Funcionalidade de uma Prensa

. Força de fechamento

. Pressão de moldagem

9. Carregamento do molde;

. Formas alternativas de pré-formação

. Purgas número e duração

. Desmoldantes

. Extração

10. Plano de Fabricação e Controle das moldagens;

. Set-Up sequencial

. Fabricação do Compostos e do Pré-moldado

. Molde

. Pressão de Moldagem Componentes e auxiliares

. Ferramentas de Trabalho e Mesa de trabalho

11. Ferramentaria;

. Processos de Limpeza de Moldes

12. Anormalidades no molde Inspeções e operações de manutenção;

. Set-Up de Moldes

. Armazenamento de Moldes

13. Construção de Moldes;

14. Problemas e Soluções Moldagem de Peças por Compressão;

15. Controle de Qualidade do Processo e Produto;

16. Ensaios Físicos e Químicos em peças de borracha.



Nº12 Injeção de Borracha: Do Composto à Regulagem e Controle de Qualidade


Investimento: R$830


Objetivo

Capacitar profissionais para dominar o ciclo completo da transformação da borracha — da seleção e mistura de compostos à parametrização de injetoras (horizontais e verticais) e diagnóstico de defeitos —, garantindo estabilidade no processo, redução de refugos e alto padrão de qualidade no chão de fábrica.


1. Introdução: Principais Etapas na Produção de Artefatos de Borracha

2. Recebimento, Estocagem e Armazenamento de Matérias-Primas

3. Fabricação de Compostos e Manuseio

4. Matérias-Primas e Suas Influências nos Processos de Injeção e Extrusão e nas Propriedades dos Elastômeros

  • Plastificantes (Óleos)
  • Negro de Fumo
  • Sílicas
  • Caulins
  • Óxido de Zinco
  • Ácido Esteárico (Estearina)
  • Lubrificantes
  • Aceleradores
  • Enxofre e Doadores de Enxofre
  • Óxido de Cálcio

5. Processamento em Misturador Aberto / Cilindro

  • Processamento da Borracha Natural

6. Técnica de Mistura em Banbury

  • Homogeneização e Aceleração

7. Aceleração de Massa

  • Manuseio e Armazenamento de Compostos Acelerados

8. Controle de Qualidade de Compostos

  • Reômetro: Avaliação de Curvas e suas interpretações
  • Viscosidade Mooney

9. Borrachas, Aplicações e Características de Moldagem

  • SBR
  • BR
  • EPDM
  • NBR (Nitrílica)
  • Silicone
  • Fluoroelastômeros (Viton)

10. Definição do Processo de Moldagem: Compressão, Transferência e Injeção

  • Seleção do Tipo de Moldagem

11. Fabricação de Moldes

  • Concepção do Molde
  • Geometria e Dimensões dos Canais de Alimentação
  • Tipos de Canal de Injeção (Canal Frio)
  • Forma, Dimensões e Tolerâncias
  • Acabamento Superficial
  • Rebarbas
  • Extratores

12. Moldagem e Vulcanização pelo Processo de Injeção

  • Partes do Molde
  • Processo de moldagem por injeção
  • Viscosidade do composto de borracha
  • Curva reométrica típica e parâmetros de vulcanização

13. Partes da Injetora

  • Injetora Horizontal
  • Injetora Vertical

14. Variáveis do Processo de Injeção

15. Parâmetros para Regulagem da Injetora

  • Unidade de Fechamento / Abertura
  • Proteção do Molde e do Operador
  • Regulagens das demais variáveis do processo

16. Defeitos Usuais em Peças Moldadas por Injeção e Suas Causas

17. Controle de Qualidade do Processo e Produto

  • Ensaios Físicos e Químicos

N°13 Gestão Técnica -Comercial em Artefato de Borracha: Custos, Cotação e Competitividade

Investimento: R$ 930

Objetivo:

Capacitar profissionais para atuar de forma estratégica e técnica na indústria de elastômeros, desenvolvendo competências em planejamento industrial, desenvolvimento de produtos, seleção de materiais, processos de transformação da borracha, formação de custos, precificação e controle da qualidade. Ao final do curso, o participante estará apto a analisar, especificar, desenvolver e otimizar produtos e processos, contribuindo para a competitividade e a eficiência das operações industriais.

1. Competitividade e Planejamento Industrial

  • Fatores de competitividade na indústria de elastômeros.
  • Planejamento integrado: Vendas, Compras e Produção (PCP).

2. Engenharia e Desenvolvimento de Produtos

  • Etapas de produção e processo macro de desenvolvimento de artefatos.
  • Principais variáveis que afetam os custos industriais dos artefatos.
  • Análise e definição das características do produto a ser fabricado.

3. Seleção de Elastômeros e Processos

  • Tipos de borrachas, aplicações e características de moldagem.
  • Definição e escolha do processo de moldagem ideal.
  • Sistemas de Classificação de Materiais Elastoméricos (ASTM D2000).

4. Precificação, Cotação e Formação de Custos

  • Como elaborar a cotação técnica de desenvolvimento.
  • Elaboração do custo da formulação de compostos.

5. Processo, Setup e Custos de Compressão

  • Operação e características do processo de compressão.
  • Procedimentos de setup do processo.
  • Apuração e composição dos custos de compressão.

6. Processo de Injeção

  • Fundamentos, especificações e operação do processo de injeção.

7. Processo, Setup e Custos de Extrusão

  • Operação e características do processo de extrusão.
  • Procedimentos de setup na extrusão.
  • Composição de custos do processo de extrusão.

8. Controle de Qualidade e Especificação

  • Ensaios físicos e químicos em borracha para validação de produto e processo.

Nº 14. Adesão Borracha-Metal


Investimento: 730 reais

Objetivo

Capacitar profissionais na padronização e no controle da adesão borracha-metal — abrangendo o preparo do metal, o controle dos adesivos, a compatibilidade da formulação e o diagnóstico de falhas via ASTM D-429 (Método B) — para eliminar desvios e garantir a qualidade do produto final.

1. Fundamentos e Propriedades dos Adesivos

  • Histórico e desenvolvimento dos adesivos; Adesão e aderência;
  • Parâmetros essenciais de um bom adesivo;
  • Controle de qualidade laboratorial: peso específico viscosidade Brookfield (cps), viscosidade Ford nº 4(s), teor de sólidos (Norma ABNT NBR 8877) e viscosidade Zahn nº 2(s);
  • Comportamento do adesivo na aplicação.

2.O Processo e a Preparação do Substrato

  • Etapas fundamentais para garantir a qualidade (tratamento do metal, treinamento técnico, desenho de peça/molde e formulação do composto);
  • Tratamento superficial do metal (desengraxes, tratamento mecânico por jateamento e tratamento químico).

3. Módulo III: Aplicação, Sistemas e Ajustes de Processo

  • Teoria da adesão borracha-metal; Sistemas de primer e camada única;
  • Formas de aplicação industrial;
  • Mudanças necessárias no processo para correção de desvios;
  • Diagnóstico e solução de problemas na aplicação;
  • Controle de qualidade das camadas aplicadas.

4. Módulo IV: Ensaios, Análise de Falhas e Ações Corretivas

  • Classificação das falhas de adesão;
  • Testes de adesão conforme a norma ASTM D-429 (Método B);
  • Análise crítica da falha de adesão;
  • Desenvolvimento de formulações de borracha para otimização da colagem;
  • Soluções práticas e ajustes operacionais para problemas recorrentes de descolamento.


Nº 15. Ensaios Físicos e Químicos em Compostos e Artefatos de Borracha

Investimento: R$ 730

Objetivo

Capacitar profissionais da indústria de borracha na interpretação e aplicação prática de normas técnicas e ensaios laboratoriais, abordando desde o controle de qualidade de matérias-primas e compostos não vulcanizados até a caracterização física, mecânica, reológica, química e de envelhecimento de elastômeros vulcanizados segundo as normas ASTM, DIN e ABNT.

1. Introdução à Normalização

  • Classificação dos Ensaios na Indústria de Borracha
  • Normalização dos Ensaios

2. Controle de Qualidade de Matérias-Primas

  • Reômetro - Interpretações da curva
  • Medidas de Viscosidade Mooney

3. Controle de Qualidade de Compostos

  • Aceleração de Massa, Manuseio e Armazenamento de Compostos
  • Controle de Qualidade das Misturas

4. Ensaios no Material Vulcanizado

  • Comportamento das Propriedades Mecânicas em função da reticulação (cura)
  • Metodologias para Obtenção de Corpos de prova no Laboratório
  • Resistência à Tração, Alongamento e Módulo (ASTM D 412, DIN 53504, NBR 7562)
  • Módulo de Elasticidade - interpretação
  • Método de Resistência ao Rasgo (ASTM D624)
  • Método de Determinação de Dureza (ASTM D2240)
  • Método de Determinação de Microdureza (ASTM D1415)
  • Método de Determinação de Abrasão (DIN 53516)
  • Método de Determinação de Densidade (ASTM D297-15)
  • Método de Deformação Permanente à Compressão (ASTM D395)
  • Método de Determinação de Resiliência (DIN 53512)
  • Determinação de Contração na Borracha (ASTM D955)
  • Instrução de Trabalho - Determinação Prática da Contração
  • Determinação da Resistência ao Ar, Oxigênio, Ozônio e Intempéries
  • Determinação da Resistência à Fadiga por Flexão Dinâmica (ASTM D430)
  • Método de Determinação em Ar (Estufa - ASTM D573)

5. Fundamentos da Resistência Química dos Elastômeros

  • Conceitos e fundamentos da interação entre elastômeros e fluidos

6. Ensaios de Determinação da Resistência Química, Óleos e Solventes

  • Variação em peso sofrida pelo corpo de prova ou peça (%)
  • Variação da Dureza
  • Variação de Tensão de Ruptura
  • Variação de Módulo (%)
  • Variação do Alongamento de Ruptura (%)
  • Variação de Volume (%)

7. Sistemas de Classificação de Materiais

  • Sistema de Classificação de Materiais Elastoméricos conforme a norma ASTM D2000


Nº 16. Liderança Industrial: Capacitação Estratégica para Encarregados e Supervisores em Moldagem de Borracha

Investimento: R$ 730

Objetivo:

Desenvolver competências de liderança operacional para gerenciar o chão de fábrica com foco no aumento da produtividade da mão de obra, otimização de setups e controle rigoroso dos parâmetros de injeção, prensagem e extrusão.

1. Fluxograma das etapas principais na produção de artefato de borracha

  • Sequência operacional do processo produtivo de elastômeros

2. Introdução à administração dos processos, produção e qualidade

  • Abordagem de múltiplos fatores à medição da produtividade
  • Produtividade de mão-de-obra no chão de fábrica

3. Fabricação de compostos de borracha e processamento industrial

  • Processamento em misturador aberto, cilindro e misturadores fechados (Banbury)
  • Técnicas de manuseio seguro e processamento da borracha natural

4. Controle de qualidade de matérias-primas e compostos acelerados

  • Avaliação técnica da curva reométrica e leituras no viscosímetro Mooney

5. Diretrizes e definição do processo de moldagem ideal

  • Engenharia de molde para processos de transferência e compressão convencional

6. Prensas hidráulicas e controles do processo de moldagem

  • Componentes, parâmetros de força e pressão, e cálculos operacionais

7. Ergonomia e organização da mesa de trabalho

  • Ferramentas indispensáveis e aplicação de agentes de desmoldagem

8. Preparação do pré-moldado e eficiência operacional

  • Formas alternativas de pré-formação de elastômeros e planejamento de set-up rápido

9. Plano de fabricação estruturado e controle de moldagem

  • Gerenciamento de componentes, preparação da prensa e inspeção final

10. Resolução de problemas e soluções na moldagem por compressão

  • Diagnóstico de falhas de adesão borracha-metal e correção de acabamento

11. Processo avançado de injeção de borracha

  • Ciclo completo, variáveis críticas, otimização de produtividade e regulagem do molde

12. Parametrização para regulagem de injetora vertical

  • Controle de dosagem, pressão, velocidade e tempo de injeção

13. Diagnóstico de defeitos usuais em peças moldadas por injeção

  • Identificação de causas raiz e ações corretivas no processo

14. Extrusoras, fusos e seus controles automáticos

  • Descrição técnica, operação a quente, seleção de elastômeros e vulcanização contínua

15. Processo de extrusão e redução de perdas

  • Redução de setup, instruções de trabalho, perfis de temperatura e projeto de matrizes

16. Extrusão aplicada de compostos de EPDM

  • Tipos de EPDM, formulações, controle de estabilidade dimensional e eliminação de porosidade

Nº 17. Módulo I : Fundamentos e Desenvolvimento de Formulações de Compostos de Borracha

Investimento: R$ 600

Objetivo

Atendimento Técnico: Alinhar formulações às exigências do cliente e da planta.

Cálculos e Custos: Dominar PHR, densidade teórica e custos de compostos.

Ingredientes: Entender a função de cada matéria-prima nas propriedades da borracha.

Qualidade: Usar dados de laboratório (reometria e Mooney) para corrigir desvios.

Inovação: Otimizar receitas existentes e desenvolver novas aplicações industriais.

1. Compostos de Borracha e Sua Evolução

  • Evolução histórica e tecnológica dos compostos elastoméricos.

2. Princípios Básicos de Formulação

  • Exigências do Cliente e do Consumidor (usuário)
  • Exigências da Empresa que o vai produzir
  • Sistema elastomérico e subsistemas
  • Matérias-primas para a fabricação de borracha

3. Introdução à Normalização

  • Classificação dos Ensaios na Indústria de Borracha
  • Normalização dos Ensaios

4. Controle de Qualidade de Matérias-Primas e Compostos Reômetro

  • Avaliação de Curva Reométrica
  • Viscosímetro Mooney

5. Controle de Qualidade de Compostos

  • Aceleração de Massa
  • Manuseio e Armazenamento de Compostos Acelerados

6. Moldagem de Compostos em Laboratório para Ensaios Físicos e Químicos

  • Obtenção dos Corpos de Prova em Laboratório
  • Confecção de Mistura e Procedimento de Mistura
  • Confecção de Corpos de Prova

7. Ensaios de Resistência à Tração, Alongamento e Módulo ASTM D 412

  • Metodologia e análise dos ensaios de tração e alongamento.

8. Módulo de Elasticidade Curva Tensão-Deformação dos Elastômeros Vulcanizados

  • Análise do comportamento elástico e deformação dos materiais vulcanizados.

9. Borracha Natural

  • Padronização das borrachas naturais brasileiras
  • Mastigação Incorreta e a sua influência nos compostos durante os processos de moldagem por Prensagem, Extrusão e Injeção
  • Borracha mastigação em misturador aberto (cilindro)
  • Redução do Peso Molecular (viscosidade) em função do tempo de mastigação
  • Propriedades típicas da Borracha Natural (NR)

10. Borracha Sintética

  • Formulação, Misturas, Compatibilidade, Propriedades físicas e químicas, aplicações
  • Elastômero de Estireno-Butadieno, SBR
  • Elastômero de Polibutadieno - BR
  • Elastômero de Etileno-Propileno – EPDM
  • Elastômero de Policloropreno – CR
  • Elastômeros de Acrilonitrila-Butadieno - NBR
  • Elastômero nitrílico hidrogenado - HNBR
  • Elastômero Butílica - IIR
  • Elastômeros de Silicone
  • Fluoroelastômeros – FKM

11. Influência do Negro de Fumo sobre as Propriedades Físicas

12.Matérias-Primas e Suas Influências na:

     . Aceleração

     . Plastificantes

     . Sistemas de Vulcanização em misturas de Elastômeros e a influência Cargas

      . Influência do Negro de Fumo sobre as Propriedades Física

       . Influência do tamanho das partículas de NF em sistemas de vulcanização tendendo à eficiente.


 13.Determinação Teórica da Dureza em Formulações com Diversos Elastômeros

             - Tamanhos de partículas de Negro de Fumo e a sua influência para aumentar a dureza

             - Cargas Inorgânicas e sua influência para aumentar a dureza

             - Influência do Plastificante na Dureza.

14. Elaboração do Custo de Um Composto (Formulação)

             - Método Simplificado de Cálculo da Densidade Teórica do Composto e do Custo


Nº 18. Módulo II : Desenvolvimento de Formulações de Compostos de Borracha

Investimento: R$ 600

Objetivo

Atendimento Técnico: Alinhar formulações às exigências do cliente e da planta.

Cálculos e Custos: Dominar PHR, densidade teórica e custos de compostos.

Ingredientes: Entender a função de cada matéria-prima nas propriedades da borracha.

Qualidade: Usar dados de laboratório (reometria e Mooney) para corrigir desvios.

Inovação: Otimizar receitas existentes e desenvolver novas aplicações industriais.


 1. Fundamentos da Resistência Química dos Elastômeros

  • Procedimentos para Ensaios de Determinação da Resistência Química em Laboratório

2. Antioxidantes / Antiozonantes / Ceras

  • Tipos, Aplicações, Eficiência e Dosagens

3. Auxiliares de Fluxo

  • Agentes de Pegajosidade
  • Factis ou Fátices

4. Inibidores e Retardadores de Vulcanização

  • Retardadores e sua Funcionalidade
  • Inibidores e sua Funcionalidade
  • Diferenças entre Inibidores e Retardadores

5. Aditivos de Cura

  • Teoria da Vulcanização uso de Enxofre - Mecanismo de Vulcanização com Enxofre
  • Determinação do tipos de reticulação (Cálculos) em
  • elastômeros insaturados
  • Vulcanização Convencional
  • Vulcanização Semi – Eficiente
  • Ligações Mono-sulfídricas e Di-sulfídricas
  • Análises de Reticulações em diversas Temperaturas em Formulações de Borracha Natural
  • Variações de Propriedades Físicas e Químicas em função das Reticulações

6. Escolha do Sistema de Aceleração

  • Classificação dos Sistemas de Aceleradores
  • Classificação Primária e Secundária
  • Sinergismo
  • Carácter Básico e Ácido

7. Principais Sistemas de Vulcanização

  • Avaliação de Formulações de Borracha
  • Natural e IR com carga e sem carga
  • Variações de Propriedades Físicas

8. Avaliação de Formulações, SBR, BR, CR, NBR, NBR/PVC, EPDM, IIR, Clorobutílica

  • Variações de Propriedades Físicas

9. Cura por Peróxido

  • Mecanismo de Ação dos Peróxidos
  • Teores de Peróxidos (PCR) X Tipo de Polímero

10. Fluorelastômeros (Viton)

  • Sistemas de Cura Análise de Formulações
  • Propriedades Físicas


N° 19 Gestão Operacional, Desenvolvimento de Produtos e Comercial em Borracha

Investimento: R$ 930

Objetivo

No mercado industrial de transformação de borracha, a excelência operacional caminha lado a lado com a competitividade comercial. Este curso foi estruturado para conectar a prática do chão de fábrica e do laboratório à gestão de custos, qualidade e atendimento B2B. Ao capacitar sua equipe, a empresa ganha em eficiência e lucratividade, enquanto os profissionais desenvolvem competências de alto valor para o setor.

1. Fundamentos da Administração

2. Agregando valor de uma Administração das operações de produção e serviço

3. Prioridade competitiva da produção

4. Planejamento e projeto de processos

5. Natureza da demanda por produtos / serviços

6. Grau de integração vertical

7. Flexibilidade de Produção

8. Grau de automação

9. Qualidade do Produto / Serviço

10. Planejar e controlar operações para obter produtividade

11. Produtividade e comportamento humano

12. Planejar e controlar operações para obter produtividade

13. Abordagem de múltiplos fatores à medição da produtividade

14. Produtividade = mão - de - obra

15. Análise das Etapas de um Fluxograma do Processo Macro

  • Desenvolvimento de um artefato de borracha na Empresa
  • Detalhamento das Fases
  • Cliente (departamento de compras)
  • Desenvolvimento (laboratório e Engenharia)
  • Vendas

16. Desenvolvimento de Orings

  • Ficha de Especificação do Produto a ser produzido

17. Etapas de Desenvolvimento de Moldes

18. Projeto do Molde

  • Detalhes das peças
  • Dimensões de Peças
  • Tolerâncias dimensionais
  • Contração do molde e do composto moldado

19. Principais Variáveis que Afetam os Custos dos Artefatos

20. Elaboração do Custo de Um Composto por Volume

21. Cálculo de um Composto em uma peça Cilíndrica

22. Variáveis que afetam o desempenho da mistura e o custo de preparação do composto

23. Matérias-Primas e Suas Influências nas Propriedades Físicas Elastômero

  • Plastificantes (Óleos)
  • Negro de Fumo
  • Sílicas; Caulins
  • Óxido de Zinco
  • Ácido Esteárico (Estearina)
  • Lubrificantes
  • Aceleradores
  • Enxofre e Doadores de Enxofre
  • Óxido de Cálcio
  1. 24. Fabricação de composto
  • Misturador aberto e em Banbury

25. Controle de Qualidade de compostos

26. Consequências das alterações do tipo e quantidade de matérias-primas sobre a viscosidade nas condições de moldagens e nas propriedades físicas dos artefatos

27. Prensagem

28. Prensas convencionais

29. Compostos de borracha e sua adequação ao processo de moldagem por compressão

30. Custo de Produção – Processo de Compressão

31. Plano de Fabricação e Controle moldagem de peças por compressão

32. Pré-moldadora

33. Processo de Moldagem por Compressão

34. Defeitos Usuais em Peças Moldadas por Compressão e Suas Causas

35. Processo de Moldagem por Injeção

36. Variáveis de processo de injeção

37. Processo de Extrusão

38. Custo de Produção - Set-Up de Extrusão

39. Ensaios Físicos e Químicos

40. Sistemas de Classificação de Materiais Elastoméricos ASTM 2000

Nº 20 Reometria, Processamento e Controle de Misturas de Borracha

Investimento: R$ 730

Objetivo

Capacitar profissionais da área de compostos de borracha na interpretação de curvas reométricas, controle de matérias-primas, processamento, identificação de falhas e implementação de ações corretivas nos processos produtivos.

1. A importância do Uso do Reômetro na Indústria da Borracha.

2. A importância do Viscosímetro Mooney na Indústria da Borracha.

  • Funcionalidade;
  • Ensaios;
  • Determinações: Viscosímetro Mooney × Reômetro.

3. Iniciação ao Conhecimento de Matérias-Primas e suas Funções na Composição da Borracha.

  • Elastômeros;
  • Cargas reforçantes e não reforçantes;
  • Auxiliares de processo;
  • Sistema de vulcanização;
  • Iniciação à vulcanização.

4. Pesagens Incorretas de Matérias-Primas e suas Alterações nas Curvas Reométricas.

  • Excesso ou falta de elastômeros;
  • Excesso ou falta de cargas;
  • Excesso ou falta de plastificantes;
  • Excesso ou falta de agentes de vulcanização;
  • Consequências nas propriedades do composto e nas curvas reométricas.

5. Alterações nos Processos de Moldagem por:

  • Prensagem;
  • Extrusão;
  • Injeção.

6. Erros de Processamento de Misturas em Cilindro Aberto e em Banbury e suas Alterações nas Curvas Reométricas.

  • Sequência incorreta de adição de matérias-primas;
  • Tempo inadequado de mistura;
  • Controle inadequado de temperatura;
  • Dispersão insuficiente de cargas;
  • Influência nas propriedades reológicas e de vulcanização.

7. Alterações nos Processos por:

  • Prensagem;
  • Extrusão;
  • Injeção.
  • Influência das condições operacionais nas propriedades finais da borracha;
  • Principais defeitos e suas causas.

8. Interpretação de Curvas, Diagnósticos e Possíveis Correções Relacionadas às Matérias-Primas e aos Processos de Mistura.

  • Elastômeros;
  • Plastificantes (Óleos);
  • Negro de Fumo;
  • Sílicas;
  • Caulins;
  • Óxido de Zinco;
  • Lubrificantes;
  • Aceleradores;
  • Enxofre;
  • Doadores de Enxofre;
  • Peróxidos;
  • Outros agentes de vulcanização.

9. Processamento da Borracha Natural.

  • Características e propriedades;
  • Mastigação;
  • Misturação;
  • Vulcanização;
  • Principais problemas de processamento.

10. Problemas e Soluções com Relação às Massas de Borracha.

  • Massa muito dura;
  • Massa muito mole;
  • Cura prematura;
  • Cura lenta;
  • Variações entre lotes;
  • Defeitos de processamento;
  • Diagnóstico das causas;
  • Ações corretivas e preventivas.


Nº 21 Desenvolvimento Produto e Implantação de Controle de Qualidade de Borracha

Investimento: R$ 930

Objetivo

Capacitar os participantes a identificar, analisar e solucionar falhas e não conformidades no processo de moldagem e injeção de borracha, aplicando ferramentas práticas da qualidade diretamente na rotina de produção.

1. Introdução;

2. Processo de Desenvolvimento de Produtos nas Empresas;

3. Desenvolvimento de Artefatos de Borracha;

4. Processo Macro de Desenvolvimento de Artefatos de Borracha;

5. Desenvolvimento de Vedação Técnica;

6. Uso da Visão Computacional para Melhorar o C.Q de Borrachas;

7. Controle de Qualidade do Processo e do Produto;

8. O Emprego das Ferramentas de Qualidade na Indústria da Borracha;

9. CEP – Controle Estatístico do Processo;

10. Ferramentas da Qualidade Aplicadas:

. Controle de Matérias-Primas, Compostos e Produtos

. Processo e Qualidade

. Ensaios Físicos e Químicos em Peças de Borracha

11. Análise do Processo de Injeção de Peças de Borracha;

12. Aplicação de Metodologias e Ferramentas de Qualidade:

. Diagrama de Ishikawa

. Matriz GUT

. Métodos de Melhoria de Processo

Nº 22 Implantação de Controle da Qualidade em Indústria de Borracha

Investimento: R$ 930


Objetivo

O grande benefício é a capacidade de otimizar processos e reduzir desperdícios de ponta a ponta: o aluno aprende a aplicar os quatro passos de inspeção e ensaios laboratoriais no recebimento de matérias-primas, domina o Controle Estatístico de Processo (CEP) focado em variáveis críticas (como Viscosidade Mooney e T90) e capacita-se a melhorar diretamente as linhas de injeção de borracha.

Além disso, o participante se torna um especialista em resolução de problemas e melhoria contínua através do domínio prático de mais de 10 ferramentas essenciais (como Ishikawa, Pareto, Matriz GUT e Fluxogramas) e metodologias de gestão (como PDCA, DMAIC, 5S, CCQ e 5W2H). Todo esse aprendizado é fundamentado nos requisitos de evolução da norma ISO 9001 e atualizado com os conceitos de Qualidade 4.0, preparando o profissional para liderar a transformação digital e a eficiência operacional no setor de elastômeros.

1. Introdução

2. Etapas de Produção de Artefatos de Borracha

3. Processos de Fabricação e o Controle de Qualidade de Produto

4. Gestão da Qualidade: do Princípio à Evolução!

• Evolução ISO 9001

• Evolução da Gestão da Qualidade X Evolução ISO 9001

5. As relações entre Conceito da Qualidade e a Gestão da qualidade

6. Emprego das ferramentas de Qualidade na Indústria da Borracha

• Ferramentas da qualidade 1

7. Controle de Qualidade Recebimento de Matérias-Primas e Inspeção

• Brainstorming

• Folha de Verificação

• Os quatro passos para realizar o controle de qualidade das matérias-primas

• Equipamentos de laboratório para ensaios de qualidade das matérias-primas, processo, produção e em produtos

8. Exemplos práticos, aplicações nos processos de fabricação e controle da qualidade e de recebimento de matérias-primas

• Ferramentas da qualidade 2

• CEP – Controle Estatístico do Processo, Ferramenta da Qualidade aplicado no controle da Viscosidade Mooney e no controle do T90 (tempo ótimo de cura)

9. Exemplos práticos, aplicações nos processos de fabricação e controle da qualidade no processo de injeção de borrachas

• Ferramentas da qualidade 3

• Histograma

• Análise Pareto

• Diagrama de causa e efeito (Ishikawa)

• Matriz GUT

• Diagrama de Dispersão

• Fluxograma

10. Exemplos práticos de Melhorias dos Processos

• Ferramentas da Qualidade 4

• 5W2H

• DMAIC

• PDCA

• PDCA e DMAIC X Ferramentas da Qualidade

• 5S

• CCQ

11. Gestão de Qualidade 4.0